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segunda-feira, fevereiro 27, 2006

O país do jeans

Por Flávia Tavares Isto é Dinheiro Inovação, investimento em produção e um produto básico transformado em objeto de desejo: eis a fórmula que colocou fabricantes brasileiros entre os maiores do mundo e que movimenta um setor de R$ 8 bilhões O ingrediente principal do mercado de jeans é a inovação. Para competir com os preços e modelos de rivais externos, as fabricantes brasileiras do denim se viram do avesso para tornar realidade os pedidos malucos dos estilistas. Na última edição da São Paulo Fashion Week, causaram furor as calças mostradas pelas grifes Cavalera, Zoomp e Ellus. Elas tinham, respectivamente, fios de ouro na trama do tecido, estampas que imitavam couro de crocodilo e jatos de purpurina que davam à peça uma aspecto metalizado. Tudo possível graças à tecnologia de ponta, que ajuda as fabricantes de denim a conquistar inclusive a clientela internacional. As empresas brasileiras têm seus próprios laboratórios de desenvolvimento e pesquisa, de onde saem infinitas variações que transformam o tecido rústico inicialmente usado como lona de caminhão em verdadeiros objetos de desejo. As duas maiores produtoras de jeans do Brasil, Vicunha e Santista, investem boa parte de seus faturamentos nesses laboratórios. A Vicunha, criadora do jeans com fios de ouro, injetou, nos últimos três anos, R$ 150 milhões em pesquisa e desenvolvimento de novos modelos. “Hoje, não copiamos nada e ninguém. Em jeans, nós damos as cartas. Os outros é que nos copiam”, orgulha-se Steinbruch, cuja companhia faturou R$ 1,9 bilhão em 2004 (50% veio do denim) e investiu 3% disso em pesquisa. A Santista ocupa o terceiro lugar no ranking mundial de produtores de denim e destina 0,5% de sua receita de R$ 1,1 bilhão à invenção de novos produtos. “Lançamos o primeiro tecido duplo de jeans do mercado, com um forro branco para que o rasgado das calças não deixe a pele à mostra. E agora estamos desenvolvendo um denim anticelulite”, diz Manoel Areias, gerente corporativo de inovação da companhia. Todo esse empenho deu às empresas do Brasil o status de fornecedoras das grifes mais importantes de jeanswear do mundo: Zara, Calvin Klein, Levi’s, Miss Sixty, Replay, quase todas bebem do denim brasileiro. Leia mais http://www.terra.com.br/istoedinheiro/441/negocios/pais_jeans.htm

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sábado, fevereiro 25, 2006

Naomi + Beyoncé juntas na Marquês de Sapucaí

Está confirmado: quem prestigiar o carnaval no Rio de Janeiro vai ter o privilégio de ver Naomi Campbell e Beyoncé Knowles (unha e cutícula) desfilando para a mesma escola de samba, a Portela. O espetáculo vai fechar o carnaval carioca na segunda-feira (27.02), entre 3h30 e 5h da matina. Naomi - que ilustra a capa da Vogue Brasil de fevereiro - já está por aqui e foi inclusive madrinha de honra da mega festa oferecida pela Vogue, que rolou última quarta-feira (22.02). Já Beyoncé promete abalar a Sapucaí em fantasia que leva o nome "Luz de Fé"E São Paulo não fica para trás: os foliões da capital podem se jogar nos desiles que começam hoje mesmo, sexta-feira (24.02), com a Gaviões da Fiel. Por André Rodrigues Leia mais: http://spfw.uol.com.br/index.php

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Ivete Sangalo e seus looks mega tropicalistas

Em Salvador, Ivete Sangalo transforma os circuitos Campo Grande e Barra Ondina em passarelas da moda. No closet para os dias de folia, tem Neon, Adriana Barra e Cris Barros Todo triado com olhos de lince da superstylist Patricia Zuffa, o figurino da cantora é um dos momentos mais aguardados do carnaval baiano. Sem tema pré-estabelecido, Ivete gosta mesmo é de moda. Por Ailton Pimentel http://spfw.uol.com.br/index.php

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BAHIA FASHION

Vogue americana realiza ensaio fotográfico inspirado nas vestimentas das baianas

A revista Vogue americana de março traz um ensaio fotográfico, feito por Arthur Elgort, com a top Liya Kebede, tendo como cenário a Bahia. As roupas que aparecem no editorial evidenciam a cor branca, uma inspiração que veio das vestimentas das baianas. Mas, ao contrário do que se pensa, o que rouba a cena não são os vestidos Dolce & Gabbana , Chloé ( foto) e Chanel , apresentadas no editorial, mas sim o cenário, com seus prédios históricos e, é claro, o povo da Bahia. Por Rafael Schwendler/da RedaçãoFotos: Reprodução

http://www.usefashion.com/use/news/mostra_rec.asp?vitemmenu=news&idnews=8997&temporada=0&segmento=000&idioma=1#

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VÍTIMAS DA MODA?

Senac São Paulo traduz livro sobre o olhar sociológico da moda "A Editora Senac São Paulo acaba de lançar no mercado nacional a tradução do livro Vítimas da Moda? Como a criamos, por que a seguimos, do escritor francês Guillaume Erner, doutor em sociologia e professor do Institute d´Études Politiques, de Paris. A obra, publicada originalmente na França, em 2004, apresenta uma abordagem sociológica para o fenômeno moda, responsável pela construção de identidades e pelo modo como as pessoas comunicam-se com o mundo. O livro retrata, ainda, o comportamento humano, desde o final do século 19 até a atualidade, abordando o surgimento dos costureiros e como esses conquistavam suas clientes, além da origem das grandes grifes e o funcionamento do sistema de produção de uma empresa." http://www.usefashion.com/use/news/mostra_rec.asp?vitemmenu=news&idnews=9004&temporada=0&segmento=000&idioma=1

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sexta-feira, fevereiro 24, 2006

A força dos caubóis

" Parece que o tema ganhou força mesmo. Depois do sucesso do filme O Segredo de Brokeback Mountain - no qual dois caubóis se apaixonam um pelo outro em plena terra de Marlboro - a onda gay, também chegou com força total às campanhas de moda . O que dizer desta, criada para a Dolce & Gabbana? " A força dos caubóis Época- Joyce Pascowitch Creio que essa realmente seja um tendência forte para moda masculina, pois tenho visto muitas referências nesse sentido. Que o diga nosso querido Bono do U2 que caiu no axé em Salvador no mais fiel estilo caubói: » Bono canta axé com Gil e Ivete Sangalo em Salvador» "O vocalista da banda irlandesa U2, Bono Vox, cantou axé music com Gilberto Gil e Ivete Sangalo a partir do camarote Expresso 2222 na noite desta quinta-feira, na abertura do Carnaval de Salvador. Durante a passagem da cantora em frente ao local, Bono acompanhou o refrão da música Chupa Toda. " Vagner Magalhães Direto de Salvador http://carnaval2006.terra.com.br/interna/0,,OI892997-EI6246,00.html

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Companhia de Teatro Base

Gente, olha que tudo: o Cristiano que é diretor da Companhia de Teatro Base me convidou para sair no carnaval com eles, só que o melhor, é que iremos sair no carro de abre alas da Mancha Verde e eu estarei entre as serpentes. De fato a primeira vez na avenida a gente nunca esquece. Ontem foi o ensaio e não vejo a hora de cair no samba!!!!!!!!! A Companhia de Teatro Base desenvolve um trabalho tudo de bom unindo as linguagens de circo, teatro e dança (http://www.teatro.base.nom.br/ ). O Cris me convidou para fazer o figurino de um dos personagens para eles. O que para mim é outra experiência, pois o primeiro figurino a gente também não esquece!

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quinta-feira, fevereiro 23, 2006

O figurino para o hexa

Veja 18/02/2006Ref: Inovação A camisa com a qual o Brasil tentará o hexacampeonato mundial, de tecido sintético, tem microporos que transferem o suor para a parte externa do tecido, facilitando a circulação de ar e a evaporação. Minúsculas saliências no lado de dentro evitam que a peça cole na pele. Isso faz alguma diferença quando é preciso correr 10 quilômetros, como um jogador de futebol profissional. Com apenas 180 gramas, ela tem menos da metade do peso dos modelos de algodão de trinta anos atrás. Como custará 180 reais nas lojas, o preço da tecnologia é de exatamente 1 000 reais por quilo.

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Amni Hot Spot

Boticário ensina pulo-do-gato nos negócios a estilistas

Valor Econômico
16/02/2006 Ref: Patrocínio - Carreira
O Boticário patrocina o Amni Hot Spot, evento para jovens estilistas de moda, pela segunda edição consecutiva. A empresa investe R$ 3,5 milhões, por semestre, em patrocínio e pesquisa de novos produtos - que são lançados por ocasião dos desfiles. Mas nesta que é a 10º edição do evento, a empresa decidiu ir além.
"Nosso apoio não é apenas institucional", explica Márcia Magno, diretora de comunicação da indústria de cosméticos. O Boticário vai oferecer aos estilistas participantes workshops sobre como montar um negócio. "Há muitas afinidades entre o mercado de beleza e de moda", diz a executiva. A empresa tem 2.400 lojas no Brasil (controladas por 900 franqueados). "Queremos compartilhar a nossa experiência bem sucedida."
O Hot Spot é uma espécie de incubadora de talentos de moda, que foi criada há cinco anos pela Luminosidade, em parceria com a Rhodia (dona da marca de fios Amni). O objetivo é dar suporte a jovens estilistas. "Moda exige planejamento, pesquisa e cooperação", diz Paulo Borges, diretor-geral do evento.
Trocando em miúdos, a organização do Hot Spot ensina o passo-a-passo para transformar o talento em um negócio bem sucedido. Através do evento, os estilistas tomam contato com o mundo da moda, das tecelagens ao varejo. Enquanto "aprendem" o ofício, eles têm suas coleções financiadas e apresentadas duas vezes por ano.
Alguns estilistas estão desde a primeira edição, como Wilson Ranieri e Jefferson de Assis. Outros, como Fábia Bercsek e Gisele Nasser passaram por lá e já seguiram carreira solo. Além de O Boticário, Puma e Heineken também patrocinam o evento.

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terça-feira, fevereiro 21, 2006

Zoomzoom

Site muito legal, todo em flash. E tem fotos do ultimo desfile da Victoria's Secret! Zoomzoom

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Eu quero!

PodShirt

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Modelo usa biquíni de US$ 30 milhões

"A peça de roupa mais cara do mundo é, quem diria, um biquíni. A edição especial de moda-praia da revista Sports Illustrated, que chega às bancas americanas em março, tem um extravagante biquíni de diamantes avaliado em US$ 30 milhões. " Leia mais: http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI888354-EI1118,00.html

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1000 page loads!

O blog atingiu ontem as primeiras 1.000 page loads, depois de apenas 6 semanas no ar! Tivemos 445 visitantes únicos- apenas neste mês de fevereiro - dentre os quais 145 retornaram pelo menos alguma outra vez. Obrigado a todos vocês!

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"Belíssima" é a novela mais fashion já mostrada no horário nobre

"Belíssima é a novela mais fashion já mostrada no horário nobre. E a turma da moda adora ligar a TV para ver os looks dos personagens criados por Silvio de Abreu" http://spfw.uol.com.br/index.php?form_action=noticias&form_noticias_ id=268&hash=B394B9EBA91006EE0F7DDD2657DB4196-2C4377FDD26DBEF5C7A63C266C05CDC4

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Orkutetive

Gente, fiquei chocada!!!!!! Essa moda de Big Brother pegou mesmo, já existe até programa para você vigiar as pessoas no orkut. Para quem gosta: http://www.orkutetive.com.br/ "Orkutetive é um programa totalmente de graça, onde você pode espiar o orkut de QUALQUER pessoa, mesmo que ela não esteja adicionada no seu orkut... vigie a pessoa, quando a pessoa recebe um recado ou tem um fã novo ira aparecer uma janelinha no canto direto da sua tela dizendo que pessoa que você esta espiando e de quem ela recebeu um novo recado. Se por acaso esse pessoa apague o recado, você vai recebe de qualquer maneira de quem ela recebeu e o que estava escrito."

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A fera das belas - Entrevista: John Casablancas

Essa entrevista feita pela Veja, está muito legal e tirei do clipping de moda do Valor Agregado, não tenho certeza, mas creio que se vocês mandarem um e-mail para eles também poderam receber gratuitamente (fashion@valoragregado.com.br). A fera das belas - Entrevista: John Casablancas Veja 18/02/2006Ref: Carreira O "inventor" de Naomi Campbell e Linda Evangelista está de volta ao mundo das modelos - tremam, meninas. John Casablancas é perfeitamente equipado para sobreviver no ambiente de vaidades exacerbadas da moda e das modelos: tem uma excelente opinião sobre si próprio. Mesmo assim, passou cinco anos fora do circuito. Agora, aos 63 anos, há treze casado com a jovem brasileira Aline (uma união à qual ninguém daria mais de seis meses de sobrevida), o fundador e ex-diretor da agência Elite prepara sua volta: financiado por um grupo do Leste Europeu, fechou sociedade com duas pequenas agências brasileiras e planeja reeditar os tempos de glória em que lançou estrelas como Naomi Campbell, Linda Evangelista, Claudia Schiffer e Gisele Bündchen (esta, inimiga mortal depois que trocou de agência). Nova-iorquino de família catalã, com casas no Rio de Janeiro, em Miami e em Ibiza, Casablancas mostra nesta entrevista a VEJA que continua ferino: sobrou para as modelos jovens demais ("É uma tortura conversar com elas"), sobrou para as mães das modelos (brasileiras) e, claro, sobrou para Gisele. Veja - O que é uma modelo perfeita? Casablancas - A grande modelo é aquela que tem características próprias, não é parecida com nenhuma outra. A Linda Evangelista, por exemplo, tinha o gênio do ângulo fotográfico. Ela podia pegar o pior fotógrafo do mundo, com a pior luz, e conseguia achar o único lugar em que a luz estava boa, posicionar-se e corrigir o fotógrafo. Outras simplesmente são muito bonitas, como a Cindy Crawford. A Gisele é extraordinária como modelo. Ela tem um senso fantástico do corpo, de movimento, de timing. Em alguns momentos, ela é sensacional. Veja - Só em alguns momentos? Casablancas - Ela não é uma grande beleza. Tem o rosto um pouco angular, falta um pouco de traseiro, falta cintura. Mas ela sabe se mexer de forma a criar uma curva que dá a impressão de que tem tudo. Muitas coisas que eram imperfeitas ela corrigiu. Veja - Como? Casablancas - Acho que algum retoque ela fez. O peito, que todo mundo comenta, não sei - cresceu muito rápido. Mas isso acontece com muitas meninas de 14, 15 anos. A linha do nariz pode ter tido um leve retoque ou afinou com a idade, o que também é possível. Veja - Muita gente acha que modelos famosas ganham dinheiro demais pelo que fazem (andar, parar, fazer expressões exageradas para a câmera). Qual o retorno comercial que elas dão? Casablancas - É enorme a diferença que existe entre uma modelo boa e uma ruim, principalmente se considerarmos que a modelo representa só 5% ou 10% de todo o orçamento de uma campanha (no qual estão incluídos também fotógrafo, maquiador, roupa e, principalmente, a compra do espaço para divulgação). Uma boa modelo é capaz de render o dobro ou o triplo de uma modelo ruim. Se além de boa for bonita, é acerto garantido. A força econômica da mulher bonita é enorme. Ela vende muito mais do que mulher feia. Já ouvi muita reclamação de marca que pega a menina com cara estranha da capa da Vogue e depois se queixa de que a venda da coleção caiu 30%. Na temporada seguinte, pega uma atriz de cinema gostosa e triplica as vendas. Veja - O que é que a modelo brasileira tem? Casablancas - A brasileira, mesmo quando é feia, é charmosa. Pegue uma brasileira mais ou menos e uma inglesa mais ou menos. Com a inglesa você não quer nem trocar telefone; já a brasileira você vai pelo menos paquerar um pouquinho. Ela tem essa mistura de atrevimento pagão com conservadorismo cristão. É um combate entre uma certa modéstia e um atrevimento, uma liberdade sexual e uma certa timidez, aquilo que faz com que ela use fio-dental mas não faça topless na praia. Profissionalmente, para a moda, isso é muito bom. E a liberdade sexual da brasileira é legendária. Tenho vários amigos que gostam de sair com modelos e acham a brasileira a mais difícil de todas. Por uma razão muito simples: ela está sempre namorando. A não ser que você consiga fisgá-la entre dois namorados, ela vai estar apaixonada. Apaixonada mesmo. As brasileiras brigam, são ciumentas. Veja - O senhor vai voltar a lidar diretamente com as modelos? Casablancas - Não tenho mais paciência. Hoje, a pior coisa que você pode fazer quando uma modelo está zangada é me chamar. Eu me irrito tanto que ela é capaz de sair da agência. Mas, se ela quiser traçar um plano de carreira, acho que a minha participação pode ser muito importante. Meu olho continua sendo de primeira. Veja - Qual o destino natural das modelos quando a carreira termina? Casablancas - Muitas ficam cansadas do que fazem e, apesar de ainda poderem ganhar 500 000 dólares por ano, preferem trabalhar em áreas em que ganham muito menos. Isso acontece com 60% delas. Cerca de 30% passam a trabalhar com pessoas que conhecem: editoras de moda, estilistas, fotógrafos de publicidade. E por volta de 10% gostam mesmo é de estar na frente das câmeras e por isso viram atrizes, apresentadoras, representantes de produtos ou marcas. Veja - Já não está na hora de superar sua bronca com Gisele? Casablancas - Ela me deu uma punhalada nas costas como eu nunca levei. Na sexta-feira anterior à sua saída, estávamos batendo papo, amigos. A Gisele foi realmente a maior surpresa da minha vida profissional. E olhe que eu sou veterano, roubei muitas modelos e muitas me foram roubadas. Essa me incomoda até hoje. Você acredita que eu tive de dar emprego à irmã da Gisele, Patrícia, porque ela não queria pagar o custo de manter a moça em Nova York? Ela veio e disse que outra agência estava chamando a irmã dela e propondo pagar 400 dólares por semana. Era uma chantagem. Eu contratei, claro. Veja - O que ela fazia? Casablancas - Acompanhava as modelos nos compromissos. Sem falar inglês nem conhecer Nova York. É o que eu chamo de extorsão. Veja - O senhor teve essa briga com a Gisele, já brigou com a Naomi. Quem é mais difícil: elas ou John Casablancas? Casablancas - Gosto da Naomi. Já brigamos, fizemos as pazes. Ela é muito explosiva, insuportável, generosa, carinhosa, egocêntrica. É um ser humano cheio de paixão. Já a Gisele tem esse lado frio, germânico, que me incomoda muito. Calculista. Nunca fala mal nem bem. Dá aquelas entrevistas insuportáveis, em que fala do cachorro, da mãe, aquele vazio total. Veja - Criticar a Gisele não é uma forma de se promover à custa dela? Casablancas - Sem dúvida. Se tem uma coisa que aprendi é que as coisas um pouco ácidas, sarcásticas, viram notícia. Corro o risco de às vezes dizerem que é dor-de-cotovelo. Lógico, é mesmo. Uma dor tremenda, milhares de dores-de-cotovelo. Principalmente por ela nunca ter reconhecido o grande trabalho que fiz por ela. Se a Gisele fizesse isso, eu parava de criticar.

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segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Fui!

Agora vcs só vão ouvir falar de mim, depois do Carnaval. mil beijos a todos e Floripa que me aguarde! eddie Obs. Essa loura não sou eu!

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Não é só a Daslu não, tá?

Não é só a Daslu que está enfrentando problemas com a justiça - O Roberto Cavalli também! A Vogue reporta que o fofo gastou um milhão e meio de libras na reforma da sua singela villa na Toscana. Até aí tudo bem, só que deduziu essa despesa irregulamente do imposto de renda... A pena são dois anos de prisão e um zilhão de multa. Já imaginou se essa moda pega? Mais

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Site oficial da SPFW

http://spfw.uol.com.br Além de você ficar sabendo tudo o que acontece no maior evento de moda do Brasil, o site tem uma seção super legal e diferente: "O FWBroadcast é um ambicioso projeto interativo que pretende se tornar o principal termômetro de tendências do Brasil, reunindo importantes nomes do universo criativo e abrindo espaço para que você, internauta, colabore e compartilhe conteúdo. Curiosidades sobre moda, arte, gastronomia, decoração, estilo de vida - e outros temas que despertam a sua curiosidade - podem ser postados e (acompanhados!) a qualquer hora e em qualquer lugar. Funciona assim: você se cadastra, envia uma mensagem (foto e/ou texto)e após a aprovação do nosso moderador suas observações estarão online. " http://spfw.uol.com.br/index.php?form_action=broadcast&hash=31BC1EEB7D5E82782C998131A1DF4A60-39D17411C0865AAB1EDF8526105BD29B

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Fashion Theory – A revista da moda, corpo e cultura

Fashion Theory é a mais importante revista acadêmica sobre moda e cultura em âmbito internacional, originalmente publicada na Inglaterra. Traz análises criteriosas e de rigor acadêmico sobre moda, nos campos da história, sociologia, semiótica, cultura material, psicologia, economia, política e artes, entre outros. A edição nacional apresenta ainda artigos de autores brasileiros a cada número. http://www.editoraanhembimorumbi.com.br/catalogo/fashion.htm

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e o que é ter estilo?

por Rosane Preciosa um estilo de nascer um estilo de amar um estilo de transar um estilo de corpo um estilo de vestir um estilo de morar um estilo de ser com muito estilo a vida plasmada em identidades a vida loteada de estilos o contrário de se ter uma identidade que trafega ávida por ruas de mão única estilo é expandir-se em surpresas molecagem que escreve e rasura versões de nós mesmos artefato que corrompe as formas prontas drible que desenha corpos com ginga estilo não é colecionar historinhas enfadonhas que não interessam a ninguém é corar-se de intensa humanidade que dá um chega pra lá nesse incômodo indivíduo que grudou em nós é liberar dos retratos a pose que grampeou a alma há provavelmente demasiado estilo naquilo que escapa ao classificável ter estilo é saber-se pessoa que acaba No site Moda Brasil ( http://www1.uol.com.br/modabrasil/home.htm ) tem uma seção - Caras Imagens - com alguns poemas de moda. Para quem gosta de poesia é bem interessante!

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domingo, fevereiro 19, 2006

França e Paquistão selam acordo de parceria para desenvolver a moda.

As federações de Ready to Wear da França e do Paquistão, selaram um acordo de cooperação para desenvolver e trocar conhecimentos de moda. O acordo foi assinado pelo secretário de comércio do Paquistão, Syed Asif Shah e pelo presidente da federação francesa de Ready to Wear, Jean-Pierre Mocho. A escola de moda e design do Paquistão também será beneficiada e receberá apoio da instituição francesa, Mod’Spe, para se tornar um instituto com reconhecimento internacional. O embaixador do Paquistão, Aneesuddin Ahmed, estava presente no encontro e ficou muito satisfeito com o acordo. Antonio Barros direto de Paris http://fashionprofile.uol.com.br/noticias.php?id=10736 Será que seria interessante para o Brasil promover acordos desse tipo? Buscando fortalecer, profissionalizar e melhorar tecnologicamente a indústria da moda?

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sábado, fevereiro 18, 2006

BRILHO MUNDIAL

Há 110 anos a Swarovski, empresa austríaca com sede em Wattens, no Tirol, é o maior fabricante mundial de cristais lapidados. Os cristais para jóias e materiais cristalinos semi-acabados da empresa, dirigidos para a indústria de moda, tem feito sucesso no mundo e também no Brasil, onde a grife atua por meio de uma sede própria há mais de cinco anos. De olho no mercado fashion nacional, a marca realiza também parcerias com estilistas renomados, como Alexandre Herchcovitch, que colocou 32 mil cristais Pearl Mesh em sua coleção masculina para o outono-inverno 2006, Lino Villaventura, que usou Cristal Copper (foto), cristais em tons acobreados, e as beads em tons de bronze, preto e azul-marinho, em sua coleção feminina, e marca mineira Alphorria que selecionou o cristal negro Hot Fix Xilion para as suas criações. http://www.usefashion.com/use/news/mostra_rec.asp?vitemmenu=news&idnews=8962&temporada=0&segmento=000&idioma=1#

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Xadrez agora vai virar moda

As vezes é bom mudar de assunto e como achei esse joguinho muito interessante: "LoveChess não é um simples jogo de xadrez virtual. Com um combinação de eroticidade e estratégia, o game utiliza personagens clássicos da Grécia e do Egito antigo e já virou sucesso na categoria de games para adultos. " http://sexo.terra.com.br/interna/0,,OI882545-EI4808,00.html

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Ainda sobre a Hint Fashion Magazine

Não deixem de entrar nesse link e olhar tudo.......hoje voltei com mais calma e descobri coisas muito legais mesmo. http://www.hintmag.com

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sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Hint Fashion Magazine

Hint Fashion Magazine Bem legal... http://www.hintmag.com/showbiz/showbiz.php#

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Brasil vende!

Achei a marca Brasilsul numa loja virtual de Londres. Segundo eles, Brasilsul Activewear is "Brazil's longest-established activewear brand." Vivendo e aprendendo!

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Da série: What da hell?!

Gostou? Tem mais!

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Santa Mistura

O Santa Mistura é o meu blog de moda preferido! Sempre tem coisa interessante, o dia todo.

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Gisele na nova campanha mundial da Vuitton

Gisele teria recebido USD 3 milhões para estrelar a nova campanha da Vuitton por seis meses... Mais fotos da fofa

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Dasluzetes

Se você (ainda) não está no selecionadíssimo mailing de revistas da Daslu (que não deve ser tão íssimo assim, já que estou nele hehe), vale checar pelo menos os editoriais na edição eletrônica.

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Thais Gusmão

"Dona de um estilo irreverente e, acima de tudo, graciosamente inteligente, a estilista Thais Gusmão é o principal nome da cena brasileira quando o assunto é lingerie. Suas criações bem-humoradas, sexies e picantes fazem sucesso, especialmente, entre mulheres jovens, espirituosas e que curtem diversão." (http://www.melissa.com.br/mww/ , no site tem também entrevista com a estilista). Assim como os biquinis brasileiros construíram sua identidade e hoje ditam as tendências da moda praia no mundo, as lingeries brasileiras também podem virar referência e acredito que esta é uma forte tendência. Que o diga, nossa talentosa Thais Gusmão.

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MELISSA - Tudo de bom

"Karim Rashid, designer, que tem mais de 2000 objetos, que usa como matéria principal o plástico, cria coleções para design de interiores, arte, iluminação e moda. Com produtos já desenvolvidos para marcas como Prada e Miyake, tem em seu e-commerce, hoje (http://karimrashidshop.com/product_info.php?products_id=238), estes dois modelos feitos na nossa Melissa que, por sua vez, tem 1 blog de moda que faz parte da minha lista de favoritos. No e-commerce Melissa vc descobre outros produtos criados por designers fantásticos como Alexandre Herchcovitch, irmãos Campana, entre outros." Publicado no blog: http://santamistura.blogspot.com/

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Sobre tendências

Para o profissional de moda estar atento as tendências e descobrí-las em primeiro lugar é essencial, por isso seguem dicas de alguns sites que antecipam o futuro do consumo: http://www.trendwatching.com http://www.observatoriodesinais.com.br

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quinta-feira, fevereiro 16, 2006

MODERNIDADES - Karl Lagerfeld no iPod

A última novidade para os fashionistas é poder assistir ao desfile de Karl Lagerfeld em “qualquer lugar”. A iTunes Music Store, loja virtual de música e vídeo da Apple, está disponibilizando, em seu diretório de podcasts, o desfile de inverno 2006 da nova marca de Karl, a Lagerfeld Collection. São pouco mais de seis minutos de vídeo, mostrando roupas masculinas e femininas.Para assistir, requer a instalação do software iTunes, que pode ser baixado diretamente no endereço www.apple.com/itunes. http://www.usefashion.com/use/news/mostra_rec.asp?vitemmenu=news&idnews=8956&temporada=0&segmento=001&idioma=1

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Fernando Pires lança novos sapatos de carnaval

Creio que a singularidade da moda brasileira virá de aspectos assim, olha que luxos de sapatos..........já pensou esses saltos num desfile de lingerie? Tudo de bom, não é? Fernando Pires lança novos sapatos de carnaval "O designer de sapatos Fernando Pires lançou em São Paulo a nova coleção 2006 de sapatos de carnaval. Como sempre, muito luxo, brilho e saltos altíssimos para as passistas, rainhas de bateria e celebridades desfilarem na avenida." Publicado no Terra http://moda.terra.com.br/interna/0,,OI881107-EI1119,00.html

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Moda Japonesa

Os designers japoneses são, com certeza, os mais intrigantes no planeta. Alguns links: http://www.powerhousemuseum.com/exhibitions/cutting_edge.asp http://www.fidm.edu/resources/museum+galleries/exhibits/ohya/ http://metropolis.japantoday.com/tokyo/438/fashion.asp 01d762f5397c8881c81c89ede797195a ://www.japanesestreet.com/photos/categories.php?cat_id=53&sessionid=01d762f5397c8881c81c89ede797195a&sessionid= http://www.ikjeld.com/features/fashion/ http://www.e-jam.com/ohya/

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Existe "moda masculina"??

Calvin Klein

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Outro brasileiro em NY

Geová é brasileiro, mora há dez anos nos EUA, e faz sucesso na Semana de Moda ne NY.

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quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Diesel verão 2006

"No vídeo, como sempre, lindo e surreal, dragões, helicópteros, borboletas, submarinos... A coleção? também linda... todas as forças militares reunidas ao som de metralhadoras e pássaros" (http://santamistura.blogspot.com/ ) http://www.diesel.com/stylebook/ss06/

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Todo mundo quer ser vip

Olha que idéia legal da Hugo Boss: "Coisas Vips, são somente para pessoas exclusivas e importantes não? A Hugo Boss desenvolve à 9 anos a ação Hugo Boss ArtPass, que conta com um cartão, que não é de credito, e que não tem nada a ver com compras que é anualmente distribuído para um seleto mailing da marca. É um incentivo a visitação aos melhores museus do mundo. Quem receber o exclusivo cartão no Brasil terá acesso livre ao MAM do Rio e de São Paulo. Também estão na listas museus como Guggenhein (Nova York, Berlim, Veneza e Bilbao), o HARA de Tóquio entre outros. Nesta edição o artista plástico Antony Gormley foi escolhido para ilustrar o cartão com sua obra “Another Place” que é composta por 100 esculturas de ferro moldadas no seu próprio corpo e expostas no aeroporto Stavanger, na Noruega, e na beira da praia que fica próxima ao aeroporto. As esculturas aparecem ou ficam escondidas de acordo com a maré. Postado por Matheus Evangelista,Terça-feira, 14/02/2006 - 09:40 no site da SPFW: http://spfw.uol.com.br/index.php?form_action=broadcast

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White is going to be the new black?

Chanel Spring 2006 Couture

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Roupa pra cachorro é moda?

Pink Polka Dog

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Ainda sobre a Von Dutch

O site da marca é ótimo para fazer pesquisa de moda, tendência e estampas. Não deixem de entrar: http://www.vondutch.com/

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Outras notícias do Fashion Clipping

Bolsa de ouro Isto é Dinheiro 11/02/2006 O Brasil entrou, definitivamente, na rota dos acessórios de luxo. A bolsa, confeccionada pela curitibana Nisida, é produzida em couro de cobra python, ela é adornada com cristais Swarovski e recebe acabamento em ouro. Preço: R$60.000,00 Um disputado boné na ponta do iceberg fashion Valor Econômico http://www.vondutch.com/ Se você perguntar a um jovem qual é a marca de bonés mais desejada do momento, a resposta será: "Von Dutch". E o boné da grife é apenas o topo desse iceberg fashion do qual faz parte uma longa coleção de moda. A Von Dutch se revelou uma marca despretensiosa de estilo de vida que tomou conta das páginas das revistas internacionais, se tornou fetiche da elite e o grande hit dos comerciantes de produtos piratas - em janeiro foram apreendidos no porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro, 280 bonés falsificados da marca. Dono da Brava, empresa criada para trazer a Von Dutch oficialmente ao país, Costodio deve combater a pirataria, introduzir a marca no país com uma distribuição seletiva e abrir a primeira loja da grife até o final do ano. Para isso, calcula investir cerca de US$ 1 milhão. De uma família de advogados e sem experiência prévia em moda, ele era diretor da Localiza em Florianópolis e estréia no setor com a Brava. "O boné é apenas um acessório do negócio, a coleção 2006 começa a chegar em duas semanas", diz Costodio Neto. Valor: Qual é a sua estratégia para a marca no país? Leonardo Costodio Neto: Selecionamos cerca de 54 pontos de venda que já estão recebendo os produtos Von Dutch e ainda estamos negociando com varejistas vantagens como a exclusividade de algumas peças. Ao mesmo tempo, temos de "limpar" a imagem da Von Dutch. Estamos trabalhando em parceria com a Polícia Federal para localizar os focos de pirataria. Além disso estamos pesquisando endereços para a primeira loja da marca. Visitei dois pontos na Oscar Freire e estou conversando com o shopping Iguatemi para definir o ponto da loja. Até março abriremos um showroom em São Paulo. Valor: Você sabia que bonés Von Dutch são vendidos por internet ao preço de R$ 79? Costodio Neto: Sim, nós acionamos o Mercado Livre porque localizamos peças com esse preço sendo vendidas no site - provavelmente elas não são originais, já que os bonés Von Dutch custarão cerca de R$ 300 ao consumidor final. Valor: Como um boné pode valer tanto? Custodio Neto: Venderemos bonés com aba de acrílico e bonés que acendem luzinhas. Eles sintetizam todo o estilo da marca que é muito maior do que a peça em si. Com a loja, os consumidores conhecerão a coleção inteira que tem até energéticos e motocicletas Von Dutch. Valor: Quanto será seu investimento de marketing? Costodio Neto: A nós cabe a tarefa de apresentar a marca no país, por isso dirigiremos cerca de 10% do orçamento para o marketing, um valor acima do habitual. China aceita cotas para vender têxteis ao Brasil Valor Econômico Os governos de Brasil e China fecharam ontem um acordo para limitar a entrada de produtos têxteis chineses no mercado brasileiro por três anos. O acordo engloba 70 produtos, agrupados em oito categorias, o equivalente a 60% do total importado em produtos têxteis provenientes da China. As categorias incluídas no acordo são tecidos de seda, filamento de poliéster, tecidos sintéticos, veludo, camisas de malha, suéteres, jaquetas e bordados. Grifes brasileiras são premiadas em Paris Valor Econômico As bijuterias brasileiras estão ampliando seu espaço no exterior. Não só em relação às vendas como também em termos de prestígio. Soraya Campos, Batucada e a grife Doll, de bolsas feitas à mão e decoradas com bordados e pedrarias, são as três marcas nacionais que ganharam as cobiçadas "Étoiles de Mode" (Estrelas da Moda), prêmio concedido no Salão Internacional da Bijuteria de Paris, o Éclat de Mode - Bijorhca, que terminou no primeiro domingo (5 de fevereiro.)

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Fashion Clipping

Para quem gosta de receber notícias quentes de moda, segue uma dica: Mandem e-mail para o seguinte endereço, fashion@valoragregado.com.br e peçam para receber o Fashion Clipping, que vem com as últimas notícias do mundo da moda. A proposta é semanalmente divulgar a moda como negócio e comportamento. Sempre com notícias atualizadas do Brasil e do mundo. As fontes são as mais diversas revistas e jornais do mundo. Algumas notícias publicadas na última edição: Streetwear é um luxo Folha SP O streetwear brasileiro vive uma nova fase: está em busca de sofisticação. Grifes de forte apelo comercial, como Cavalera, V.Rom e Redley estão agregando interpretações "luxuosas" a referências pinçadas das culturas jovens urbanas, como se viu nos desfiles do Fashion Rio e da São Paulo Fashion Week. Streetwear é o nome que se dá aos vários modos de vestir das tribos jovens das grandes cidades, dos grupos de hip hop aos skatistas. Segundo o historiador e consultor de moda João Braga, o conceito firmou-se para a indústria nos anos 90, mas desde os 60, as ruas influenciam a moda. Para ele, a atual busca de luxo pelo streetwear "é um sintoma de esgotamento de fórmulas nesse segmento, o que leva à procura de outras referências e da tradição". Mas será que o consumidor vai assimilar o streetwear de luxo, como o proposto pela Cavalera? Segundo Gonzales, as roupas apresentadas na SPFW serão produzidas inicialmente em pequenas quantidades. "Esse é um trabalho de renovação, que leva tempo. Vamos continuar vendendo jeans e camisetas, mas essa linha mais trabalhada veio para ficar." Prada para o povo O Globo Simpático, irônico e direto, Kenneth Cole é, acima de tudo, um superempresário. Não pretende ser um criador, "conheço dezenas de designers melhores do que eu", diz sorrindo e sem falsa modéstia, porque sabe que é imbatível mesmo nos negócios, casando moda, comércio e causas sociais. Seus anúncios, cheios de trocadilhos e humor - criados por ele e equipe - já são um marco na publicidade. Irreverentes e polêmicos, pretendem fazer o consumidor parar e pensar. - Ser consciente é mais importante do que o que você veste - diz ele. Neste filão da compra com atitude, Kenneth transformou em 26 anos uma modesta companhia de sapatos em um império da moda, que faturou no ano passado mais de US$ 500 milhões. Suas coleções urbanas e cosmopolitas não têm preços exagerados. "Prada para o povo", segundo ele, é uma equação que significa produtos sofisticados mas acessíveis, modernos mas usáveis. A idéia é dar ao consumidor acesso às suas vontades. - Os melhores vendedores são os que ouvem. As pessoas sabem o que querem, meu trabalho é realizar esses desejos - diz ele, cujas empresas crescem por ano cerca de 22%.

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terça-feira, fevereiro 14, 2006

Peladões vs. Moda

Os pelados estão na moda - pelo menos no mundo da dança. Pelados, não, nus. No clássico livro de arte de de 1956, "The Nude: A Study in Ideal Form" ( O Nu: Um Estudo Sobre a Forma Ideal ), sir Kenneth Clark faz uma importante distinção entre estar pelado e estar nu. ( O "pelado" está cheio de conotações duvidosas, mas o "nu" é considerado aceitável.) Minha pergunta é: como fazer moda para os pelados/nus? (Ficar nu é o que há de mais moderno nos palcos - artigo do NYT traduzido no UOL - http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2006/02/14/ult574u6311.jhtm - para assinantes)

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Zebra

só tenho a dizer que a zebra também vem forte na nova coleção da Lility!

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Identidade Brasileira na Moda - Anos 50

Década de 50 – Primeira Parte A década de 50 começa em clima de democracia, situação econômica favorável expressa em grande desenvolvimento industrial e tendências nacionalistas. Segundo Edgard Luiz de Barros, houve uma cultura modernizante do modelo desenvolvimentista, potencializado, sobretudo na presidência de Juscelino Kubitschek, induzindo não só a comportamentos mais cosmopolitas, mas a um novo estilo de vida nas cidades brasileiras. Houve os chamados “anos dourados” da classe média, confirmando a extraordinária importância da mídia e da indústria cultural. Entre os fatos importantes desse período: é inaugurada a primeira emissora de televisão do país (Tupi); houve a primeira Bienal de São Paulo; foi iniciada a construção de Brasília com a moderna arquitetura de Oscar Niemeyer; o Brasil vence o Campeonato Mundial de Futebol; acontece a inauguração do Museu de Arte Moderna no Rio de Janeiro; na música, surge a Bossa Nova. Década de 50 – Segunda Parte A indústria têxtil está a todo vapor, orgulhosa de suas exportações e da atividade fabril durante a guerra. Dentre seus principais produtos, o tecido de algodão merecia o maior destaque como explica Durand: ”(...) era a principal fibra nacional, matéria-prima geradora de divisas e de um pano bem adaptado ao clima quente do país”. (Durand, 1988 p. 67) O desenvolvimento da indústria brasileira neste período é bem descrito por Zuleika Alvim ao falar do Mappin: “O Mappin se inseria de forma nítida nesse esforço de afirmação da indústria nacional, algo que assume características ainda mais eloqüentes por assinalar uma ruptura com relação ao que a loja representava no passado (...) em suas primeiras décadas de existência, a loja oferecia basicamente, artigos importados. (...) O consumidor da década de 50, na verdade, ainda detinha um arraigado preconceito contra a indústria nacional. Não foi tarefa simples convencê-lo de que poderia extrair os mesmos rendimentos dos produtos fabricados no Brasil.” ( Alvim, 1985, p. 152) Na moda, o marco da década de 50 foi o aparecimento de butiques e costureiros, sendo estes os fundadores de uma costura “de autor”, não colada nos lançamentos europeus. Gil Brandão aparece como o modelista mais famoso. Verificamos este fenômeno principalmente em Dener Pamplona de Abreu, que inicia sua carreira no Rio de Janeiro e depois muda-se para São Paulo. Ele foi estilista da primeira-dama Maria Tereza Goulart, esposa do então presidente Jango. Maria Tereza, para os brasileiros, concorria com Jacqueline Kennedy em beleza e elegância. Dener foi o primeiro costureiro a questionar sobre moda brasileira e freqüentemente gabava-se de ser ele o criador da moda nacional. Dener, com seu trabalho e prestígio, favoreceu o aparecimento de outros nomes como Clodovil Hernandez, Guilherme Guimarães (autor do uniforme feminino da Marinha Brasileira) e, futuramente, Markito e Ney Galvão. ( Braga, 2003) É o início da alta costura no Brasil, e onde surgem os primeiros questionamentos a respeito da autenticidade da moda brasileira, ou do que esta viria a ser. Nas palavras de Dener: “a moda francesa dita a alta costura, enquanto a italiana influi nos modelos esportivos. Já a moda brasileira nasceu por necessidade climática (...) nossa moda é tropical, com tecidos leves e estamparias mais vivas”.(Dória, 1998, p. 131) Década de 50 – Terceira Parte Intensificou-se a produção de revistas e jornais, que alcançaram uma tiragem nacional, com destaque para os colunistas de renome, que passam a exercer papel importante na divulgação dos fatos que envolviam a moda. Até então a moda tinha sido ditada pelas colunas sociais e pelo gosto pessoal das mulheres da alta sociedade, totalmente indiferentes à indústria nacional. Alceu Pena foi um grande nome da moda nacional, ele ilustrava a revista O Cruzeiro com a coluna “As Garotas do Alceu”. Revista semanal esperada por todas as brasileiras para poder fazer em suas respectivas costureiras o que Alceu sugeria como moda. Criou roupas para os badalados concursos de Miss Bangu, patrocinados por essa indústria têxtil carioca. Gil Brandão aparece como o modelista mais famoso. (Braga, 2003). A Bangu criou a ‘Miss Elegante Bangu’ para a promover os tecidos de algodão da empresa e a identidade nacional, numa época embalada pelos sonhos românticos de Hollywood, e em que os concursos de miss causavam comoção nacional. Diante deste quadro, as grandes tecelagens, como a Matarazzo, a Bangu e a Cia Brasileira Rhodiaceta (que iniciou a produção de fios sintéticos no Brasil), precisavam promover a aceitação de sua produção para um público que, até então, menosprezava o produto nacional. Assim, passaram a convidar nomes da alta costura francesa, bem como costureiros brasileiros reconhecidos, para que estes apresentassem às sociedades paulista e carioca coleções com tecidos brasileiros. São grandes desfiles de modas promovidos pela indústria. Em 1958, Caio de Alcântara Machado criou a Fenit, primeiro salão de moda a reunir matéria-prima, maquinário e roupa, assinalando o amadurecimento do setor. Nessa mesma fase, surge a imprensa de moda destinada aos profissionais. De acordo com Joffily, no ano de 1959, Gil Brandão lançou nas páginas do Jornal do Brasil, os moldes prontos para roupa, propondo a popularização do uso de moldes com estilo. Enfim, é na década de 50 que a moda eclode com uma profusão de eventos, fatos, com a realização de desfiles e os primeiros questionamentos a respeito de se criar uma moda brasileira. Em âmbito geral, houve o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo "New Look", de Christian Dior, em 1947. Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias. (CLAUDIA GARCIA). Por Denise Pitta

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segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Copa do Mundo

Bem estilosa a nova camisa da seleção. Agora, R$180 por uma camisa da seleção??? Nem-a-pau-juvenal, vida longa à piratation! Mais: http://esporte.uol.com.br/album/060213selecao_album.jhtm?abrefoto=3

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Lility - coleção nova

Ontem eu vi as primeiras pilotagens da nova coleção da Lility (privilégios de brother!). Só posso dizer que estão absolutamente lindas! Vocês vão ter que esperar mais um pouco...

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Herchcovitch e Miele conversam sobre moda

Entrevista muito interessante, não deixem de ler: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u57667.shtml "Alexandre Herchcovitch e Carlos Miele são os únicos brasileiros a participar desta temporada da Olympus Fashion Week, em Nova York --se descontarmos o mineiro Francisco Costa, estilista da Calvin Klein, que fez carreira nos EUA e é atualmente um dos nomes mais poderosos da moda norte-americana."

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Moda vs. Estilo

Este post do A dress a day é absolutamente fantástico. Tomei a liberdade de traduzir um trecho. “Moda é o de agora; estilo é perene. Moda é algo que você segue; estilo é algo que você cria. Moda é fazer parte de uma manada, estar com a multidão; estilo é algo sobre a visão pessoal de cada um, sobre suas particularidade e esquisitices. Pessoas estilosas normalmente estabelecem modas – na verdade os designers de moda normalmente têm um estilo pessoal incrivelmente restrito: veja Lagerfeld, Elbaz e Carolina Herrera e tente me dizer que eles são mais “na moda” do que estilosos! – e pessoas “na moda” podem realmente também ter estilo, mas uma coisa não necessariamente implica na outra. Na verdade, apesar de a moda poder estar anêmica, o estilo está maior e melhor do que nunca. As pessoas estão mais e mais confortáveis com a idéia de um estilo pessoal, um estilo que flerta ou não com a moda, e estão convencidas que isto é possível – mesmo que tenham que contratar um “stylist” para ajudá-las a alcançar. Na minha arrogante opinião, um stylist é alguém que deveria interrogar você para encontrar o que você quer mostrar – REALMENTE o que você quer mostrar, não apenas “eu quero parecer bem”- e ajudá-lo a encontrar o look que é mais você. (...) Para alguém que busca estar na moda (ou alguém com um stylist desonesto), Moda com M maiúsculo – a passarela, Vogue, Chanel-Gaultier-Dior – é como um cardápio. Escolhe uma entrada (bolsa), prato principal (vestido), e sobremesa (sapato), e engole güela-abaixo. No dia seguinte, faz isso tudo de novo. Para alguém que está garimpando (bricolage-ing) um estilo, Moda é como a uma Feira. Você pega uma cor aqui, uma forma ali, um sapato de salto de outro lugar, e cozinha tudo junto, juntando com outras coisas que você tem na despensa e nos armários – SUA sombra de batom, claro, ou a bolsa que você sempre carregou, ou seu relógio “de marca”. E você saboreia isso longamente. Moda-com-M-maiúsculo é um grande caleidoscópio de possibilidades e inspiração, mesmo que você nunca tenha comprado um artigo de “designer” sequer. (...) Alguns estilos pessoais se cristalizam (La Vreeland e seu vermelho e seu Balenciaga); outros estilos circulam ao redor de um tema (Catherine Hepburn ora masculina, ora “menina sapeca”; Chloe Sevigny sempre circulando num tipo de deliberada falta de jeito); alguns evoluem (Jackie Kennedy para Jackie O), mas estilo verdadeiro é sempre uma projeção da personalidade da pessoa que o usa, nunca do designer. Quando eu uso alguma coisa, eu quero que a primeira reação das pessoas seja “Isso é tão ERIN”, não “Isso é tão [coloque aqui o nome do designer]”. Quando Audrey usou Givenchy, foi porque Givenchy era certo para Audrey, não o contrário”. (...) ... Pode parecer que estou privilegiando o estilo em detrimento da moda, o que não é absolutamente o caso. Sem a moda, eu penso que não seria possível o estilo, porque não haveria interação, tensão entre o que está sendo usado em toda parte e o que você está usando. E estar na moda, realmente na moda, requer um tipo de reconhecimento de padrão muito complicado e capacidade de prever, de escolher entre centenas de possibilidades, em quais combinações, (...) e a vontade e disciplina (e genes muito, muito bons) para combinar sua própria silhueta com a modelagem das roupas. Os estilosos têm que satisfazer apenas a si próprios, enquanto os “na moda” têm que satisfazer uma audiência que está sempre mudando e julgando. (...) Essa é a minha contribuição. Moda é tanto um esporte para aqueles que querem brincar com ela (mas um esporte que está se tornando mais e mais difícil de praticar sem usar drogas para aumentar a performance) e um buffet de possibilidades para aqueles que querem usá-la com base para improvisação. E, naturalmente, alguma coisa tratada com completa indiferença pela grande maioria de seres humanos. Sempre se lembre disso!" http://www.dressaday.com/2006/01/state-of-fashion-union.html

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Luxo falso

O que leva alguém a comprar um produto falsificado (réplica)? "... o que move o mercado das réplicas é a percepção cada vez mais difundida de que não existe mais nada que seja original, verdadeiro, autêntico." Excelente artigo da Carla Rodrigues no Nominimo. http://nominimo.ibest.com.br/notitia/servlet/ newstorm.notitia.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=26& textCode=20932&date=currentDate&contentType=html

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la société de MFGirbaud

Fuçando o blog dos 4000 links (http://santamistura.blogspot.com/)estou encontrando coisas maravilhosas, entre elas este site http://www.girbaud.com/fr/home.html "Marithé François Girbaud, além de ser uma grande estilista tem um site maravilhoso que toda passagem de ano apresenta mensagens emocionantes que promovem a paz e justiça no mundo, discursos à parte, neste cenário de abertura cada quadrado tem um som e vc cria uma música sobre um solo já existente. O difícil é parar de experimentar de tocar para enfim conhecer a coleção, bem como, diversos serviços existentes no site. Girbaud para qualquer momento ; ))"